“Da próxima vez a gente fica em casa e economiza.”
Parece perfeito: filminho, comida e sofá. Só falta um detalhe: não dá para receber ninguém na sua casa.
O encontro caseiro foi derrotado pela própria casa.
Mas talvez o objetivo nunca tenha sido um endereço. Era passar tempo junto, sem transformar cada hora em mais uma conta.
Comece pelo que custa pouco
Passear, fazer um piquenique simples ou visitar uma exposição gratuita são boas opções. Dá para conversar sem pressa.
Só que chuva, frio e vontade de ficar mais reservado mudam a história. Banco de praça não vira sala de estar só porque o casal quer.
Alugue um cantinho por algumas horas
Uma sala privativa de karaokê pode servir para conversar, ver alguma coisa ou comer um lanche, conforme as regras. Confira bebidas e valor total.
Há espaços alugados por hora com sofá, TV e jogos. São quase uma sala de estar emprestada. Veja a taxa de limpeza, as regras para comida e cobranças extras.
No Japão, hotéis voltados a casais também oferecem estadias curtas. Alguns quartos têm banheira grande ou entretenimento. Dá para ir só para relaxar. Aceitar ir ao hotel não significa consentir com sexo. Vale apresentar a ideia sem pressão, ao lado de outras opções.
Compare a conta dos dois
Muitos desses hotéis no Japão anunciam o preço do quarto para duas pessoas. Uso por algumas horas e pernoite têm tarifas diferentes. Fins de semana e quartos especiais podem sair mais caros.
Às vezes custam menos que um hotel comum. Às vezes, não. Some quarto, transporte, comida e extras. Aquele videogame pode estar só na suíte mais cara.
Como sugerir?
“Por enquanto não consigo te receber em casa, mas achei uns lugares para a gente ficar à toa junto. Prefere um passeio, karaokê ou uma sala privativa?”
Deixe a escolha ser dos dois.
O melhor de um encontro em casa nunca foi o endereço. Foi o tempo tranquilo a dois.
