Por que inventar golpes exagerados para um jogo simples é tão divertido?
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Um jogo de quebrar blocos precisa de bola, raquete e blocos. Mas essa ideia ganhou chuva de meteoros, colunas de luz, uma explosão suprema e um golden retriever que desconhece limites pessoais.
Meteoros caem do céu, a magia sagrada ilumina tudo e o golpe final acumula energia antes de explodir. Tudo isso para destruir meia dúzia de blocos. O exagero é a piada.
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Na invocação, o cachorro salta pela lateral, abocanha as letras do caminho e depois se aproxima todo orgulhoso da câmera até seu focinho cobrir a partida. Ótimo no trabalho, péssimo em respeitar espaço.
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O espetáculo lembra a animação de um grande prêmio, mas a recompensa aqui é criar o próprio efeito. Uma ideia absurda puxa outra, e imaginar tudo isso na cama pode consumir a madrugada.
Na versão jogável, a aproximação precisa ser curta, os comandos devem continuar acessíveis e os flashes e o desempenho no celular merecem atenção.
A melhor ironia: a invocação mais poderosa do jogo é justamente aquela que impede o jogador de enxergar os blocos.
